{N}1,{/}1: (1-2) Os destinat\u00e1rios da carta s\u00e3o apresentados atrav\u00e9s de uma defini\u00e7\u00e3o do que \u00e9 o verdadeiro crist\u00e3o: \u00e9 algu\u00e9m {C}chamado{/} a fazer parte do novo povo de Deus; {C}amado{/} permanentemente por Deus Pai; {C}guardado{/} por Jesus Cristo, que o preserva do mal e o mant\u00e9m na sua voca\u00e7\u00e3o.

{N}1,{/}3: (3-4) A motiva\u00e7\u00e3o imediata da carta \u00e9 alertar as comunidades contra certos indiv\u00edduos, que nelas se infiltraram para divulgar ideias erradas e conquistar seguidores. Eles procuram transformar a liberdade crist\u00e3 em libertinagem e o amor em licenciosidade. Provavelmente trata-se de gn\u00f3sticos, para quem o homem \u00e9 salvo pelo conhecimento e n\u00e3o pelo comportamento moral.

{N}1,{/}5: (5-16) Cf. nota em 2Pd 2.

{N}1,{/}17: (17-19) Os crist\u00e3os n\u00e3o devem ficar espantados por surgirem pessoas que procuram enganar. A catequese dos Ap\u00f3stolos j\u00e1 o havia anunciado (cf. Act 20,29-30).

{N}1,{/}20: (20-23) Numa recomenda\u00e7\u00e3o final, o autor recorda os pontos fundamentais de um programa da vida crist\u00e3: f\u00e9, ora\u00e7\u00e3o, amor, aux\u00edlio m\u00fatuo, confian\u00e7a na miseric\u00f3rdia de Jesus Cristo e distanciamento daqueles que procuram perverter os outros. 

{N}1,{/}24: (24-25) Em vez das sauda\u00e7\u00f5es finais, o autor termina com um hino de louvor a Deus, reconhecendo a sua majestade, for\u00e7a e poder.

