{N}1,{/}1: (1-4) A tarefa do Ap\u00f3stolo \u00e9 anunciar aos homens o projecto de Deus, que quer conduzi-los \u00e0 vida eterna.

{N}1,{/}5: (5-9) As primeiras comunidades crist\u00e3s permaneciam sob a depend\u00eancia directa do Ap\u00f3stolo ou de um seu delegado. Este era encarregado de organizar um grupo de pessoas que presidiam ao ensinamento e ao funcionamento da comunidade. Surgiram, ent\u00e3o, os presb\u00edteros, os dirigentes (= ep\u00edscopos), os presidentes, os pastores. Quanto ao desempenho dos cargos, pouco sabemos: governavam simultaneamente, ou cada um por sua vez, ou cada um como respons\u00e1vel por um determinado grupo. Com o desaparecimento dos Ap\u00f3stolos e dos delegados, a situa\u00e7\u00e3o desenvolveu-se: a comunidade \u00e9 animada por um bispo, que preside ao col\u00e9gio dos sacerdotes e ao grupo dos di\u00e1conos. A fun\u00e7\u00e3o ministerial na Igreja exige vida digna, em vista do dever fundamental de anunciar a Palavra de Deus.

{N}1,{/}10: (10-16) O texto relembra Mc 7,1-23, mostrando que o importante \u00e9 entregar-se a Deus de cora\u00e7\u00e3o sincero, e n\u00e3o o ritual de purifica\u00e7\u00e3o, ou a proibi\u00e7\u00e3o de alimentos. O autor recorda a fama dos habitantes de Creta, citando uma frase do poeta cretense Epim\u00e9nides de Cnossos.

{N}2,{/}1: (1-10) Estas normas n\u00e3o criticam o quadro social do tempo, mas representam o desejo de que as comunidades crist\u00e3s se tornem focos de justi\u00e7a e dignidade. H\u00e1, por\u00e9m, uma novidade tipicamente crist\u00e3: o amor. Os crist\u00e3os de todas as idades e condi\u00e7\u00f5es devem mostrar, com a vida pr\u00e1tica, que se converteram e vivem para Deus e para os irm\u00e3os.

{N}2,{/}11: (11-15) A manifesta\u00e7\u00e3o de Deus muda o modo de compreender e viver a vida. O crist\u00e3o passa a viver voltado para a realiza\u00e7\u00e3o final, isto \u00e9, para a manifesta\u00e7\u00e3o gloriosa de Jesus. O v. 13 testemunha a f\u00e9 dos primeiros crist\u00e3os na divindade de Jesus.

{N}3,{/}1: (1-7) O autor relembra o acontecimento marcante, a convers\u00e3o que provocou uma radical mudan\u00e7a no seu modo de viver. Em poucas palavras, todo o mist\u00e9rio crist\u00e3o \u00e9 relembrado: o amor de Deus, a salva\u00e7\u00e3o pela gra\u00e7a, o baptismo, o dom do Esp\u00edrito, a esperan\u00e7a da realiza\u00e7\u00e3o final.

{N}3,{/}8: (8-11) Ter f\u00e9 n\u00e3o significa aceitar apenas mentalmente um quadro de verdades, mas viver na vida pr\u00e1tica o compromisso com o projecto de Deus. Herege \u00e9 aquele que escolhe na f\u00e9 somente o que lhe conv\u00e9m, esquecendo o essencial e dividindo a comunidade.

{N}3,{/}12: (12-15) Despedindo-se, o autor recorda uma regra de ouro: praticar o bem, ajudando concretamente quem est\u00e1 na necessidade.

