{N}1,{/}1: (1-2) Tim\u00f3teo acompanha Paulo na segunda e na terceira viagem, participando na funda\u00e7\u00e3o da comunidade em Corinto (1,19; cf. Act 18,5). \u00c9 Tim\u00f3teo que mant\u00e9m a liga\u00e7\u00e3o entre Paulo e essa comunidade (1Cor 4,17; 16,10-11).

{N}1,{/}3: (3-11) Paulo conheceu a persegui\u00e7\u00e3o e sentiu o medo da morte pr\u00f3xima; teve a experi\u00eancia da incompreens\u00e3o e rejei\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo por parte das comunidades por ele fundadas. Nisso tudo, ele descobre aspectos da {C}tribula\u00e7\u00e3o,{/} que caracteriza a condi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 (cf. nota em Rm 5,1-11). Todavia, ele firma-se numa convic\u00e7\u00e3o profunda: a alegria de estar nas m\u00e3os do Senhor e participar da pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o de Jesus. A palavra {C}consola\u00e7\u00e3o{/} \u00e9 repetida nove vezes, para significar a liberta\u00e7\u00e3o interior, a for\u00e7a reencontrada, a mudan\u00e7a de situa\u00e7\u00e3o, a experi\u00eancia de ser sustentado por Deus. Nos momentos dif\u00edceis, confirma-se a solidariedade dos crist\u00e3os, porque todos pertencem ao mesmo corpo de Cristo. 

{N}1,{/}12: (12-14) J\u00e1 houve muitos mal-entendidos entre a comunidade e Paulo. Este pede que ningu\u00e9m procure subentendidos nas suas cartas, nem segundas inten\u00e7\u00f5es nos seus actos.

{N}1,{/}15: (15-22) Paulo prometera voltar a Corinto, mas n\u00e3o fora poss\u00edvel, e por isso foi mal interpretado. Ele mostra, por\u00e9m, que \u00e9 firme e fiel, como verdadeiro disc\u00edpulo de Jesus (cf. Mt 5,36). Se estivesse a enganar os Cor\u00edntios, estaria a trair a sua pr\u00f3pria fidelidade a Jesus, que foi sempre fiel \u00e0 vontade de Deus. A seguir, lembra o rito do baptismo, que incorpora os fi\u00e9is a Cristo, tornando-os participantes do mist\u00e9rio da Trindade.

{N}1,{/}23: (1,23-2,13) Paulo explica por que escreveu uma carta, em vez de realizar a visita prometida. Nada sabemos sobre os pormenores do incidente. O Ap\u00f3stolo foi contestado por algu\u00e9m que se op\u00f4s aos seus colaboradores. Na sua opini\u00e3o, uma visita poderia aumentar a problem\u00e1tica, enquanto uma carta levaria \u00e0 reflex\u00e3o e reconcilia\u00e7\u00e3o. Foi o que aconteceu: a comunidade puniu o culpado e este reconheceu o pr\u00f3prio erro. Agora, deve prevalecer o amor. A referida carta (2,3) perdeu-se ou encontra-se nos caps. 10-13 da presente carta (cf. Introdu\u00e7\u00e3o). A sequ\u00eancia dos acontecimentos ser\u00e1 retomada em 7,5.

{N}2,{/}14: (14-17) O Ap\u00f3stolo relembra o triunfo do Evangelho que se espalha atrav\u00e9s do testemunho vivo dos mission\u00e1rios. Esse Evangelho apresenta o testemunho de Jesus Cristo, para provocar uma op\u00e7\u00e3o decisiva: para a vida ou para a morte, para o verdadeiro sentido da vida ou para uma aliena\u00e7\u00e3o completa. Quem poderia arrogar-se o direito de exercer tal miss\u00e3o sem ser chamado por Deus?

{N}3,{/}1: (1-6) O que confirma a autenticidade da miss\u00e3o de um Ap\u00f3stolo n\u00e3o \u00e9 uma simples carta de recomenda\u00e7\u00e3o dada por autoridades externas, mas o testemunho vivo da comunidade, que foi reunida e evangelizada pelo Ap\u00f3stolo. \u00c9 assim que se constitui a nova alian\u00e7a anunciada pelos profetas e escrita pelo Esp\u00edrito na vida dos homens e dos povos (cf. Jr 31,31-33; Ez 11,19).

{N}3,{/}7: (7-18) Paulo contrap\u00f5e a antiga e a nova alian\u00e7a. A primeira, que foi conclu\u00edda por Mois\u00e9s, tinha valor passageiro e era alian\u00e7a de morte; de facto, a Lei denuncia o pecado, mas n\u00e3o d\u00e1 for\u00e7as para o vencer. Comentando o v\u00e9u de Mois\u00e9s (cf. \u00cax 34,29-35), Paulo afirma que o mesmo v\u00e9u cobre agora o rosto dos judeus, que absolutizam a alian\u00e7a antiga e n\u00e3o compreendem ser Cristo a alian\u00e7a nova e definitiva, que conduz \u00e0 vida como for\u00e7a de liberta\u00e7\u00e3o e fonte de liberdade. A luz do Ressuscitado reflecte-se na vida dos fi\u00e9is e transfigura-a de forma cada vez mais profunda.

{N}4,{/}1: (1-6) Escolhido para o minist\u00e9rio da nova alian\u00e7a, o Ap\u00f3stolo n\u00e3o pode falsificar o Evangelho em busca de uma gl\u00f3ria pessoal. Iluminado por Cristo, ele torna-se, pelo testemunho, luz para iluminar toda a consci\u00eancia que n\u00e3o se deixa seduzir pelos deuses deste mundo, isto \u00e9, pelas for\u00e7as que pervertem a vida humana.

{N}4,{/}7: (7-15) A vida de Paulo parece frustra\u00e7\u00e3o e fracasso diante do \u00eaxito que os novos mestres de doutrina conseguem. O prest\u00edgio f\u00e1cil, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 sinal de Evangelho aut\u00eantico. Este provoca sempre conflitos e persegui\u00e7\u00f5es, fazendo que a testemunha participe do caminho de Jesus em direc\u00e7\u00e3o \u00e0 morte e \u00e0 ressurrei\u00e7\u00e3o. E um primeiro aspecto dessa ressurrei\u00e7\u00e3o j\u00e1 se manifesta no testemunho vivo da comunidade, que foi gerada pelo testemunho do Ap\u00f3stolo, cuja fraqueza humana se torna instrumento da for\u00e7a de Deus.

{N}4,{/}16: (4,16-5,10) Para quem n\u00e3o tem f\u00e9, a morte \u00e9 o fim de tudo. Mas, para quem est\u00e1 comprometido na f\u00e9 e segue a Jesus, a morte \u00e9 uma passagem para a dimens\u00e3o definitiva da vida. O nosso corpo mortal desgasta-se e desfaz-se na vida terrestre; mas, atrav\u00e9s da ressurrei\u00e7\u00e3o, Deus leva o nosso ser \u00e0 vida plena. Paulo emprega uma imagem muito familiar no Oriente: quando retomam a caminhada, os n\u00f3madas do deserto desmontam a tenda do acampamento porque o deserto n\u00e3o \u00e9 a sua moradia est\u00e1vel. O mesmo acontece connosco: este mundo \u00e9 o lugar onde vivemos e constru\u00edmos a nossa hist\u00f3ria, cujo fim \u00e9 a comunh\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o na pr\u00f3pria vida divina.

{N}5,{/}11: (11-13) Os Cor\u00edntios est\u00e3o divididos: uns reprovam os excessos de Paulo; outros acham-no prudente de mais. De facto, ele sabe tomar propositadamente atitudes contradit\u00f3rias: entrega-se totalmente ao servi\u00e7o do Evangelho; e, ao mesmo tempo, sabe agir com modera\u00e7\u00e3o em favor dos Cor\u00edntios. Na realidade, ele \u00e9 guiado por uma s\u00f3 convic\u00e7\u00e3o: anunciar e testemunhar o Evangelho.

{N}5,{/}14: (5,14-6,2) Os inimigos de Paulo dizem que ele n\u00e3o \u00e9 Ap\u00f3stolo porque n\u00e3o foi testemunha ocular da vida terrestre de Jesus, nem Lhe conheceu as palavras e actos. Por isso, n\u00e3o pode ser testemunha do Evangelho. No entanto, o Ap\u00f3stolo mostra que o Evangelho n\u00e3o \u00e9 a simples hist\u00f3ria de Jesus, mas o an\u00fancio da sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o, que restaura a condi\u00e7\u00e3o humana, vence a aliena\u00e7\u00e3o causada pelo pecado e inaugura uma nova era. A cruz de Jesus anuncia o fim da inimizade com Deus e inaugura uma nova era de reconcilia\u00e7\u00e3o universal. Enquanto esperamos o dia da ressurrei\u00e7\u00e3o, Deus escolheu Ap\u00f3stolos para exercer o minist\u00e9rio da reconcilia\u00e7\u00e3o. Por meio deles, o Senhor Jesus continua a sua actividade na Terra e convoca todos os homens:{C} {/}\u00abreconciliai-vos com Deus\u00bb.

{N}6,{/}3: (3-10) A veracidade de um Ap\u00f3stolo est\u00e1 no seu empenho total pela obra de Deus. Aquilo que o distingue \u00e9 o contraste entre as riquezas da sua alma apaixonada e os modestos recursos humanos de que disp\u00f5e. \u00c9 por isso que o Ap\u00f3stolo se apresenta sempre como sinal de contradi\u00e7\u00e3o dentro da sociedade.

{N}6,{/}11: (11-13) Ap\u00f3s o longo par\u00eantese formado por 2,14-6,10, Paulo volta a reflectir sobre a situa\u00e7\u00e3o da comunidade.

{N}6,{/}14: (6,14-7,1) O trecho seria mais compreens\u00edvel em 1Cor 5,9, onde Paulo fala de recado anterior: os fi\u00e9is n\u00e3o se misturem com aqueles que se comportam mal, isto \u00e9, com os irm\u00e3os que voltaram aos costumes pag\u00e3os (cf. Introdu\u00e7\u00e3o).

{N}7,{/}2: (2-16) Paulo recorda o problema que havia surgido e a carta anterior, e que deve ter sido bastante en\u00e9rgica (cf. 2,1-11), tanto que fez com que os Cor\u00edntios se arrependessem, aderissem a Paulo e se indignassem contra os inimigos. Aqui revela-se a profunda afectividade deste mission\u00e1rio, que se entrega de corpo e alma \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o.

{N}8,{/}1: (1-24) No ano 48, houve grande fome na Judeia e em Jerusal\u00e9m (Act 11,28), por causa da colheita fraca do ano precedente, que tinha sido sab\u00e1tico, no qual os judeus n\u00e3o semeiam, para que a terra possa descansar. Para atender \u00e0 situa\u00e7\u00e3o, organizou-se uma ajuda econ\u00f3mica em favor dos crist\u00e3os de Jerusal\u00e9m. Depois, no primeiro conc\u00edlio de Jerusal\u00e9m, Paulo prometeu que, nas suas miss\u00f5es entre os pag\u00e3os, daria aten\u00e7\u00e3o aos irm\u00e3os de Jerusal\u00e9m (cf. Gl 2,10). Aqui ele aconselha as Igrejas de Corinto e da sua prov\u00edncia a realizarem a colecta que j\u00e1 haviam decidido fazer (cf. 1Cor 16,1). Salienta que essa ajuda material \u00e9 uma gra\u00e7a de Deus, muito maior para quem oferece do que para quem recebe. Al\u00e9m disso, como se tratava de somas elevadas, Paulo preocupa-se que a colecta seja administrada por pessoas de confian\u00e7a.

{N}9,{/}1: (1-15) Volta o tema da colecta, como se nada tivesse sido dito no cap\u00edtulo anterior. Na opini\u00e3o de alguns estudiosos, Paulo escreveu tamb\u00e9m um bilhete dirigido \u00e0s Igrejas da regi\u00e3o de Corinto. \u00c9 poss\u00edvel que 2Cor 9 seja esse bilhete, colocado aqui por tratar o mesmo assunto do cap. 8 (cf. Introdu\u00e7\u00e3o).
Toda esta preocupa\u00e7\u00e3o pela colecta em favor dos necessitados da comunidade de Jerusal\u00e9m demonstra que, desde o in\u00edcio, a quest\u00e3o econ\u00f3mica tamb\u00e9m fazia parte do testemunho crist\u00e3o. A partilha e a solidariedade em favor dos mais pobres n\u00e3o se manifestava s\u00f3 na pr\u00f3pria comunidade, mas era sinal de unidade entre as diversas comunidades. Este interc\u00e2mbio material n\u00e3o era quest\u00e3o perif\u00e9rica da f\u00e9, mas aut\u00eantico ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o do{C} {/}\u00abdom extraordin\u00e1rio\u00bb de Deus (v. 15) e obedi\u00eancia ao Evangelho de Cristo (v. 13).

{N}10,{/}1: (1-18) Paulo conhece a imagem que dele fazem os novos e pretensos mission\u00e1rios: de longe, cheio de severidade; de perto, fraco e t\u00edmido; numa palavra, algu\u00e9m que n\u00e3o possui qualifica\u00e7\u00f5es para ser Ap\u00f3stolo. Contudo, ele vive uma convic\u00e7\u00e3o diferente: a sua miss\u00e3o n\u00e3o \u00e9 dominar os homens, mas ganh\u00e1-los para Cristo unicamente com a for\u00e7a da Palavra de Deus, que \u00e9 capaz de{C} {/}\u00abdestruir fortalezas\u00bb. Paulo mostra que esses \u00absuper-ap\u00f3stolos\u00bb se aproveitam do trabalho que ele realiza; ao mesmo tempo, critica os Cor\u00edntios por lhes darem aten\u00e7\u00e3o, preocupando-o e impedindo de evangelizar outros lugares. Com isso, os Cor\u00edntios acabam por se tornar um obst\u00e1culo e n\u00e3o um aux\u00edlio para a propaga\u00e7\u00e3o do Evangelho. A comunidade precisa de saber distinguir entre o verdadeiro e o falso evangelizador.
  10-13: Nestes cap\u00edtulos o tom torna-se severo e violento. Como a vida crist\u00e3 e a autenticidade do Evangelho se acham amea\u00e7adas, Paulo enfrenta alguns mission\u00e1rios que procuram desacredit\u00e1-lo e repreende os crist\u00e3os que deram ouvidos a cal\u00fanias. \u00c9 prov\u00e1vel que estes cap\u00edtulos perten\u00e7am \u00e0 carta severa, da qual se fala em 2Cor 2,3 (cf. Introdu\u00e7\u00e3o).

{N}11,{/}1: (1-6) Como um pai conduz a filha ao noivo para o casamento, Paulo conduziu a comunidade de Corinto a Cristo. Agora ele teme que essa Igreja se deixe seduzir por falsos ap\u00f3stolos, que apresentam evangelhos diferentes. A imagem do matrim\u00f3nio exprime intimidade e perten\u00e7a. Para o Ap\u00f3stolo, cada comunidade est\u00e1 profundamente ligada a Jesus, seu Senhor \u00fanico e exclusivo; e ningu\u00e9m tem o direito de se apoderar de uma comunidade crist\u00e3.

{N}11,{/}7: (7-15) O aux\u00edlio financeiro que Paulo recebe destina-se \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o e n\u00e3o a ele pr\u00f3prio. Al\u00e9m disso, frequentemente ele prefere exercer o minist\u00e9rio de maneira gratuita, para que n\u00e3o haja cr\u00edticas ou objec\u00e7\u00f5es ao seu \u00fanico interesse: servir as comunidades sob a sua coordena\u00e7\u00e3o. Em Corinto, provia ao seu sustento fabricando tendas (cf. Act 18,3).

{N}11,{/}16: (16-33) Paulo n\u00e3o abusa da sua autoridade de Ap\u00f3stolo para se impor \u00e0s comunidades. Os t\u00edtulos que apresenta de si pr\u00f3prio, mais do que diplomas que possam dar prest\u00edgio pessoal, s\u00e3o as suas lutas, sofrimentos, preocupa\u00e7\u00f5es e persegui\u00e7\u00f5es, pelas quais passou no incans\u00e1vel trabalho de evangeliza\u00e7\u00e3o. A sua compaix\u00e3o pelos mais fracos recomenda-o acima de todos os{C} {/}\u00absuper-ap\u00f3stolos\u00bb que usam os seus t\u00edtulos para explorar as comunidades por onde passam.

{N}12,{/}1: (1-6) Esta experi\u00eancia talvez seja a base de toda a vida mission\u00e1ria de Paulo. Deve ter acontecido no ano 42, na S\u00edria ou na Cil\u00edcia (cf. Act 11,25), cinco anos depois da convers\u00e3o. Trata-se duma experi\u00eancia espiritual, em que o Ap\u00f3stolo contemplou a transcend\u00eancia divina, que nenhuma palavra humana jamais poder\u00e1 descrever. 

{N}12,{/}7: (7-10) N\u00e3o se sabe ao certo ao que Paulo se refere quando fala de{C} {/}\u00abespinho na carne\u00bb. Trata-se talvez de alguma doen\u00e7a que multiplica as dificuldades da sua vida apost\u00f3lica. Ele experimenta um paradoxo: \u00e9 na sua fraqueza que se manifesta a for\u00e7a de Deus.

{N}12,{/}11: (11-18) As caracter\u00edsticas do verdadeiro ap\u00f3stolo s\u00e3o: paci\u00eancia a toda a prova, testemunho dado pela Palavra que se traduz em testemunho pr\u00e1tico, ac\u00e7\u00e3o desinteressada e gratuita, sinceridade e veracidade, dedica\u00e7\u00e3o total.

{N}12,{/}19: (12,19-13,4) As agita\u00e7\u00f5es na comunidade agravaram o relaxamento que Paulo j\u00e1 lamentara na primeira carta. Agora est\u00e1 decidido a punir os culpados aplicando as medidas que s\u00e3o comuns em outras Igrejas (cf. Mt 18,16).

{N}13,{/}5: (5-10) O essencial \u00e9 que os Cor\u00edntios se convertam. Depois disso, a amea\u00e7a de interven\u00e7\u00e3o com autoridade ser\u00e1 apenas uma vaga lembran\u00e7a. Se eles se converterem, Paulo n\u00e3o ter\u00e1 de usar o seu poder. Os Cor\u00edntios parecer\u00e3o fortes, e Paulo fraco e derrotado, porque os advers\u00e1rios continuar\u00e3o a dizer que as suas amea\u00e7as s\u00e3o puramente verbais. No entanto, ele n\u00e3o busca vit\u00f3ria nem sucesso pessoal; prefere a \u00faltima hip\u00f3tese, humilhante para ele, mas gloriosa para os fi\u00e9is.

